Tarde, mas mais vale tarde do que nunca!
Desejo a todos os visitantes deste blog, a todos os benfiquistas, ao Benfica e ao Di María, tal como também a toda a sua família, um óptimo 2010! Pouca crise, muito amor, e um Benfica Campeão!
São os meus votos para este ano!
Feliz 2010!
Patrícia Lobo
O blog .:: Angel Di María 20 ::. foi presenteado e distinguido com o "Selo de Distinção", vindo directamente da querida Ana, do blog Benfica, a chama imensa!.
Conheci a Ana através do seu blog benfiquista e devo dizer que estou muito feliz por assim ter acontecido, pois para além de ser um grande benfiquista é também uma grande pessoa! Obrigado Ana!
As regras são as seguintes:
1 - Exibir a imagem do "Prémio Relíquia da Internet" que acabou de ganhar, em qualquer área do blog (barra lateral, por exemplo);
2 - Publicar um post a informar que ganhou o selo e o link do blog que o ofereceu;
3 - No mesmo post, publicar as regras e indicar os cinco blogs a quem oferece o prémio;
4 - Avisar os blogs escolhidos com um mail ou comentário, enviando-lhes o código do selo e o endereço de seu blog;
5 - Conferir se os blogues escolhidos por si passaram o selo e as regras.
Os 5 blogs distinguidos:
Nota: Alguns dos blogs acima distinguidos por mim já o foram por outros, mas penso que é sempre bom reforçar mais uma vez ou outra a qualidade destes.
Ramires, Aimar e Di María vão voltar, tudo indica, no jogo da próxima jornada com o Rio Ave e, com eles, Jorge Jesus volta a ter em mãos armas mais consistentes para tentar somar três pontos.
Os três artistas de Jesus, artífices de algumas das exibições mais vistosas esta temporada, recuperam as suas posições na equipa dotando-a de um maior equilíbrio e acutilância ofensiva. Os números são claros: Ramires recupera, constrói, transporta e marca, tornando-se num multifunções decisivo para as águias; Aimar acelera o jogo da equipa, recuando no terreno para iniciar os ataques, organiza, pauta o ritmo de jogo, ganha muitas faltas em zonas perigosas - e é sabida a importância que os lances de bola parada têm para os encarnados - e assiste; e Di María desequilibra no um-para-um, é o jogador do Benfica com mais ataques, é também o que efectua mais cruzamentos, faltando-lhe apenas marcar para dar outro brilho a uma época que tem sido a da sua afirmação. Em termos disciplinares, a sua actuação esta temporada fica para já marcada pela agressão a Carlos Fernandes contra o Olhanense, precisamente o encontro anterior ao clássico, que lhe valeu a ausência do mesmo.
É verdade que o Benfica venceu o FC Porto sem Aimar e Di María, por exemplo, mas não deixa de ser curioso que, sem estes craques em campo, os encarnados não goleiam. Excepção ao jogo com o Monsanto, para a Taça de Portugal, os resultados mais gordos obtidos pelo Benfica tiveram a participação dos três ases.
Depois de ter tido muitas dificuldades para formar o onze para defrontar o FC Porto na última jornada do campeonato, Jorge Jesus volta a ter quase todos (os melhores) à disposição. Nesta altura falta-lhe apenas David Luiz, que vai cumprir um jogo de castigo, para colocar em campo de início o sua equipa de eleição.
Só Angelito não deixou a equipa com um triunfo
Pablo Aimar e Ramires guardam boas recordações dos últimos jogos que realizaram; já Di María não pode dizer o mesmo. O argentino foi expulso em Olhão depois de ter agredido Carlos Fernandes, e o Benfica não conseguiu melhor do que um empate, mesmo nos instantes finais, através de um toque subtil de Nuno Gomes. Aimar efectuou o derradeiro encontro diante da Académica, vencido pelos encarnados por 4-0, e Ramires participou no clássico com o FC Porto, também de boa memória para as águias, pois ganharam por 1-0.
Fonte: O JOGO
"(...) pela audácia, pelo inesperado e pelo instante de criação que documenta, o remate de letra do argentino é um óptimo exemplo do que é suposto levar-nos aos estádios. Quem, por paixão clubista ou embirração pessoal, não é capaz de apreciar um golo daqueles pelo puro prazer do gesto, simplesmente não gosta de futebol.",
Nuno Madureira in MaisFutebol
Di María e o golo de letra: «Só uso o pé direito para andar...»
O jogador do Benfica fala da «rabona», expressão em castelhano para o golo do letra e mostrou-se muito contente por, pela primeira vez, ter marcado dois golos no mesmo jogo.
«A equipa jogou bem, fizemos uma grande partida. Nunca tinha feito dois golos num jogo só pelo Benfica, fico contento porque muitos jogadores demontraram que querem um lugar na equipa», disse à flash-interview da Sic.
Di María explicou depois o segundo golo do Benfica, em que correu pela direita, tirou um adversário do caminho e rematou com o pé esquerdo: «Se fosse outro talvez chutasse com a direita, mas como só uso o pé direito para andar, quis fazer a «rabona» e como estava com uma luz diferente, quis fazer o golo.»
Sobre as hipóteses de ir longe na prova, Di María sublinhou que o Benfica só perdeu um jogo até agora, em Atenas, e que a equipa «pode chegar longe». «Temos de passar qualquer adversário para podermos chegar a campeões, por isso é igual quem calha a seguir, o que queremos é poder ganhar. Quanto à minha semana, já passou, foi um erro que cometi, mas agora estou feliz porque pude jogar, o que se passou é passado.»
Fonte: A BOLA
@ Daylife
Destaques
"Inaugurou o marcador no final da primeira parte com alguma felicidade, mas foi no segundo tempo que abriu o livro. Aos 54 minutos, o internacional argentino começou para fazer um belo chapéu ao guarda-redes Saja, mas a bola acabou por esbarrar infelizmente na trave. Mas o grande momento de Di María aconteceu aos 73 minutos, altura em que surgiu em velocidade pela zona central do terreno. O número 20 fintou um adversário e, na saída de Saja, fez um pontapé de ‘letra’. Uma autêntica obra-prima e que merece ser vista e revista pelos amantes do futebol.", in SL Benfica
@ Daylife
"«Oito ou oitenta». O argentino tem potencial e já fez grandes exibições, esta temporada. No entanto, a partir de determinada altura, as suas prestações voltaram a ser inconstantes. Em cima do intervalo, Di María fez o 1-0, com um grande golo. Um remate cruzado, da direita, fez o público festejar. Mas, poucos minutos antes, o camisola 20 não teve uma atitude bonita. Esbracejou e reclamou de uma decisão do árbitro. Ou seja, «colocou-se a jeito» para ser advertido, uma infantilidade - ser jovem já não pode servir de defesa para um jogador que cumpre a sua terceira época de águia ao peito. Aos 55 minutos podia ter feito mais um grande golo. O argentino recebeu de Nuno Gomes e tentou o chapéu a Saja. A bola bateu na trave. Aos 73 minutos, Angel Di María bisou, depois de um bom passe de Carlos Martins e de ter tirado um adversário da frente. Aqui e ali, o argentino «brindou-nos» com boas jogadas de futebol.", in MaisFutebol
"Reconciliação com golo de letra - Começou como número 10, tentando dinamizar o ataque, mas parecia estar ausente do jogo até ao momento em que inaugurou o marcador com um remate bastante colocado, junto à quina da área ateniense. Até aí, Di María efectuara apenas uma grande abertura para Weldon rematar ao lado. Depois... a Luz viu o verdadeiro Angelito em acção. Aos 54', entrou na área grega, mas o chapéu a Saja esbarrou na trave. Aos 73', teve lance genial: assistido por Carlos Martins, deu um nó em Georgeas e sentenciou a partida com um remate de letra! Apesar de revelar ainda algum individualismo em demasia, depois da infantil expulsão em Olhão que o retirou do clássico Di María redimiu-se e voltou a reconciliar-se com o público encarnado", in O JOGO
@ Daylife
O Benfica despediu-se em beleza da fase de grupos da Liga Europa, ao vencer o AEK de Atenas (2-1). Com o apuramento já garantido, a prioridade era gerir os recursos e fazer alguns testes, mas ainda assim as «águias» conseguiram somar mais um triunfo na prova europeia.
Di María apontou os dois golos, um dos quais de «letra», e foi a figura da partida, embora continue entre o oito e o oitenta.
Jorge Jesus surpreendeu duplamente, no «onze» que formou para este encontro. Já se esperavam muitas novidades, é certo, mas poucos esperavam que Fábio Coentrão fosse titular, uma vez que nem sequer estava convocado. Inesperada foi também a colocação de Felipe Menezes sobre a direita, porventura para testar uma alternativa a Ramires e Rúben Amorim, que estão lesionados.
Mesmo com um «onze» completamente renovado, o Benfica apresentou uma boa dinâmica de jogo. A intensidade da partida estava longe de ser estonteante, mas a boa circulação de bola abria caminho a situações de perigo. A equipa portuguesa até podia ter inaugurado o marcador logo aos 15 minutos, na sequência de uma grande penalidade cometida sobre Nuno Gomes, mas Felipe Menezes atirou ao poste.
O AEK, que também poupou vários titulares, respondeu por intermédio do seu capitão, Kafes, que atirou duas vezes por cima (19 e 23). Bem mais perigoso foi um remate de Blanco, já no interior da área, que obrigou Júlio César a defesa apertada (28m).
@ Daylife
Di María lançou a magia e também os deslizes
Mesmo com Coentrão endiabrado, o Benfica parecia perder algum fulgor, neste período. Ainda assim, as «águias» conseguiriam ir para o intervalo em vantagem, graças a um remate traiçoeiro de Di María, que iludiu Saja.
Sempre de olhos postos no Clássico, Jorge Jesus fez entrar César Peixoto ao intervalo. O número 25 pode voltar ao meio-campo frente ao F.C. Porto, uma vez que Coentrão e Di María estão castigados. O argentino foi mesmo o único dos habituais titulares que jogou de início, e justificou esse estatuto. Aos 74 minutos bisou, com um magnífico golo de letra. Isto já depois de ter acertado na trave, depois de um chapéu ao guarda-redes (55m).
Com dois golos de vantagem, o Benfica permitiu que o AEK chegasse ao tento de honra. Blanco marcou a seis minutos do fim, já depois de Hersi ter atirado ao poste (77m). Di María esteve, mais uma vez, no melhor e no pior, já que foi ele que perdeu a bola, no lance do golo grego.
Em todo o caso o argentino foi mesmo o protagonista de um jogo que tinha pouco para discutir, mas que até foi interessante. O Benfica alcançou uma vitória justa, e volta à Europa em 2010.
Fonte: MaisFutebol
Di María viu cartão vermelho directo aos 42 minutos do jogo com o Olhanense e, por isso, irá falhar o «clássico» da 14.ª jornada com o FC Porto.
Já Fábio Coentrão recebeu, aos 61 minutos, o quinto cartão amarelo na Liga e também não entrará nas contas de Jorge Jesus para a recepção aos portistas.
Ramires lesionou-se ainda no decorrer da primeira, num lance que pareceu ser grave e poderá estar em dúvida.
Fonte: A BOLA
O Olhanense bateu o pé ao Benfica e encontrou-se em vantagem bastante cedo, que conseguiu manter até quase ao final. Nuno Gomes evitou a derrota no tempo de compensação, o Benfica regista o terceiro empate na Liga.
Jogo de nervos, emoção, polémica. Três expulsões, uma lesão aparentemente grave, muitas contas para Jorge Jesus fazer antes do jogo com o FC Porto.
O Olhanense entrou muito bem, chegando cedo logo aos 8, de bola parada; cedo se viu que o jogo ia ser quente, na sequência de uma falta sobre Fábio Coentrão, Djalmir foi expulso e Cardozo viu amarelo; Saviola empatou aos 27 e o Olhanense, mesmo reduzido a 10, respondeu da mesma maneira, mas do lado contrário, poucos minutos depois. Ainda antes do intervalo, expulsão de Di María, por pontapé em Carlos Fernandes e lesão aparentemente grave de Ramires, na perna esquerda.
Na segunda parte, o jogo continuou duro, com o Olhanense a perder Miguel Garcia, expulso por entrada dura sobre David Luiz, em resposta a outra entrada do brasileiro que tinha acontecido mais cedo, e o Benfica a perder Fábio Coentrão para o jogo com o FC Porto, por ter chegado ao limite de amarelos.
Nuno Gomes saltou do banco a 10 minutos do fim, acabou por fazer o 2-2 já em tempo de compensação.
FICHA DE JOGO
OLHANENSE: Ventura; Miguel Garcia, Sandro, Anselmo, Carlos Fernandes; Castro (Tengarrinha, 88), Rui Baião, Rui Duarte; Toy (Zequinha, 77), Djalmir e Ukra (Paulo Sérgio, 75)
Suplentes: Ricardo Ferreira, Éder Baiano, Tengarrinha, Messi, Zequinha, Paulo Sérgio e Rabiola
BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto (Weldon, 59); Javi García; Ramires (Felipe Menezes, intervalo) Fábio Coentrão (Nuno Gomes, 80), Di María; Saviola e Cardozo
Suplentes: Moreira, Carlos Martins, Weldon, Nuno Gomes, Felipe Menezes, Sidnei e Miguel Vítor
Disciplina: Cartão amarelo a Ukra (21), Castro (23), Carlos Fernandes (52), Rui Duarte(57), Toy (68) ; Cardozo (25), Maxi Pereira (38) César Peixoto (52), Fábio Coentrão (61); Javi Garcia (87). Cartão vermelho a Djalmir (25), Miguel Garcia (88); Di María (41)
Marcador: 1-0 por Carlos Fernandes (8); 1-1 por Saviola (28); 2-1 por Toy (32); 2-2 por Nuno Gomes (90+1)
Fonte: A BOLA
O seleccionador argentino, Diego Armando Maradona, convocou os benfiquistas Pablo Aimar e Angel Di María para o jogo particular que a selecção das pampas vai disputar com a Espanha.
O jogo está marcado para 14 de Novembro, e na lista de ‘El Pibe’ destaca-se ainda a estreia nos convocados de Cristian Ansaldi, do Rubin Kazan (Rússia). Para este jogo foram apenas convocados futebolistas que actuam na Europa.
Guarda-redes: Sergio Romero (AZ Alkmaar), Mariano Andujar (Catania).
Defesas: Fabricio Coloccini (Newcastle), Martin Demichelis (Bayern), Gabriel Heinze (Marselha), Nicolas Pareja (Espanyol), Cristian Ansaldi (Rubin Kazan).
Médios: Jonas Gutierrez (Newcastle), Maximiliano Rodriguez (Atletico Madrid), Javier Mascherano (Liverpool), Fernando Gago (Real Madrid), Esteban Cambiasso (Inter), Angel Di María, Pablo Aimar (Benfica).
Avançados: Lionel Messi (Barcelona), Gonzalo Higuain (Real Madrid), Carlos Tevez (Manchester City), Sergio Agüero (Atletico Madrid), Ezequiel Lavezzi (Nápoles).
@ SL Benfica
O Benfica é o novo líder do campeonato, depois de golear o Nacional por 6-1 e beneficiar do empate do Sp. Braga em Vila do Conde. Nove meses depois, os encarnados regressam ao primeiro lugar, uma semana antes de visitarem o líder deposto.
Foi, uma vez mais, o Benfica das goleadas (ou touradas, tantos os «olés», além da confusão no túnel ao intervalo) a apresentar-se em cena, aquele que se agiganta na arena quando espicaçado. Fica o aviso, mais um. A quarta goleada da época (8-1 ao V. Setúbal, 4-0 ao Belenenses e 5-0 ao Leixões), a segunda consecutiva (e que o Everton dificilmente esquecerá), surgiu com a naturalidade de quem ambiciona ser campeão e não foi preciso... prometer.
Sete golos, o do Nacional em fora-de-jogo, um bem anulado a Saviola pelo mesmo motivo, duas grandes penalidades convertidas (uma forçada por Aimar), três grandes defesas de Bracali e duas expulsões foram os ingredientes de um jogo, desde logo temperado pela rivalidade de dois treinadores que não se suportam.
Jorge Jesus antecipou as dificuldades, só não imaginou que César Peixoto se lesionaria no aquecimento. A emenda foi determinante, com Fábio Coentrão a brilhar em campo e a mostrar que é jovem mas pensa como adulto. Já Manuel Machado alterou uma equipa que se adapta a qualquer esquema, deixando no banco Pecnik, uma das figuras de Bilbau.
Leandro Salino também ficou, entrando Tomasevic para a defesa, Edgar Costa para o miolo e João Aurélio para a frente.
O Nacional chegou à Luz com estatuto de quarto classificado, que partilha com Sporting, Rio Ave e Marítimo, e o acerto na estratégia durou 17 minutos, altura em que o Benfica inaugurou o marcador. Até então, falhavam ambos no último passe, com as defesas a mostrarem argumentos, ainda que Edgar Costa tenha protagonizado o primeiro remate do desafio logo aos seis minutos e que Quim desviou para canto.
Tudo fácil para os encarnados. Aimar colocou na esquerda, Coentrão cruzou rasteiro e Cardozo empurrou com afinação. Cinco minutos depois, Bracali negou o 2-0 a Di María.
Ruben Micael, que tanto queria marcar, acabou por assistir Edgar Costa no empate, aos 28 minutos. O avançado ganhou na corrida, bateu Quim com um remate na passada, mas estava adiantado.
Mais protestos se seguiriam, depois de Vasco Santos anular o golo de Saviola. Di María, de livre, colocou na área, Luisão antecipou-se à defesa e cabeceou para defesa incompleta de Bracali. Na recarga Saviola colocou dentro da baliza, mas o fora-de-jogo foi desta vez assinalado e bem.
Ainda antes do intervalo mais uma grande defesa de Bracali, a remate à queima-roupa de Ramires, também antes do intervalo o 2-1, por Saviola. Fábio Coentrão serviu o argentino e este cabeceou para a vantagem.
Os quatro dedos de Jesus
O segundo tempo arrancou com uma grande penalidade. Aimar sentiu a proximidade de Felipe Lopes e deixou-se cair, o castigo máximo foi assinalado. Cardozo encarregou-se de marcar e... não falhar.
Entrou Mateus, depois Pecnik no Nacional, mas foi o Benfica quem continuou a pressionar. Coentrão fugiu na esquerda, cruzou para Cardozo, este atrapalhou-se, mas ainda conseguiu servir Saviola, que atirou para o 4-1. Jorge Jesus virou-se para o banco do Nacional e mostrou quatro dedos, o número de golos marcados, em jeito de provocação.
A segunda provocação, a da vitória consumada, mas não ainda por estes números, deu-se aos 70. Saíram Aimar e Saviola, entraram Carlos Martins e Ruben Amorim. A gestão. O médio acabou por sair lesionado para a entrada de Nuno Gomes, seguiram-se mais dois golos, um do avançado, e a festa encarnada.
Nunca uma segunda-feira terá sido tão reconfortante, sobretudo para os mais de 47 mil adeptos presentes no Estádio da Luz. No final, buzinas na rua.
Fonte: MaisFutebol
@ SL Benfica
Avaliações
Di María, 8 - Nova exibição de luxo, salpicada com pormenores de fazer levantar os adeptos das cadeiras. Começou por fazer estragos à esquerda - obrigou Bracali a aplicar-se aos 22' e isolou Ramires (38') - e, na direita, a toada prosseguiu. Excelente o passe para Fábio Coentrão no lance que culmina no 4-1. (in O JOGO)
Di Maria - O espaço que Fábio Coentrão teve para brilhar esta noite deve-o, em grande parte, aos movimentos deste argentino que não sabe estar quieto. Esta noite não marcou, embora tenha tido uma oportunidade soberana para isso, nem fez assistências, mas, quem viu o jogo, tinha a certeza que iria figurar nesta lista de destaques. É ao acelerador desta equipa. Quando carrega no pedal, arrasta toda a equipa atrás dele. (in MaisFutebol)

Participação em:
Nome completo:
Ano: 2009
Canadian National Exhibition CUP
Campeonato do Mundo Sub-20


Palabras de Hermana
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